terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Na casa swinger em São Paulo...


                          É assim que eu gosto... (entenderam???)




RELATO DA CLAUDINHA- CASA SWINGER EM SÃO PAULO (QUINTA-FEIRA 17/01/2013).

Estamos em São Paulo desde ontem, quarta-feira, e resolvemos sair hoje de noite, eu, meu corninho, o Max e o Maurício. Fomos numa casa swinger conhecida de São Paulo, cujo dono é muito amigo do Max. Casais jovens e de meia-idade frequentam o ambiente que é bem requintado. Solteiras também são aceitas na casa e os homens só entram acompanhados de casais. O ambiente é luxuoso, tem várias suítes para swing entre casais e uma suíte master para sexo grupal. No ambiente do salão principal existem muitos sofás nas laterais da pista de dança/shows e todos os sofás tem mesas para cinco pessoas na sua frente. As luzes indiretas são de led e a decoração é bem futurista, com muito aço escovado e luzes azuis. O amigo do Max se inspirou em algumas boates de Ibiza para fazer a decoração. Um DJ muito lindinho é o responsável pela música. Eu confesso que, para variar, estava no cio. Uma cadelinha bem putinha no cio é como eu poderia me definir naquela noite. Dois gostosinhos bem pausudos e meu corninho pra me fazer feliz. Fui de vestidinho branco, básico. Um par de brincos e uma correntinha de ouro com um pingente de pedra turquesa eram meus adereços. Calcinha fio-dental roxa para não marcar debaixo do vestido branco. A calcinha foi uma peça inútil, pois uns dez minutos depois de estar na casa, vendo toda a safadeza que rolava ao redor de nossa mesa eu não resisti e fui ao banheiro. Lá tirei a calcinha e guardei na bolsa, onde já estava um tubinho de KY Gel, três camisinhas (caso algum homem desconhecido resolvesse me comer) e o infalível batom vermelho que adoro. Duas mulheres já estavam se “pegando” no banheiro. Um bem jovem, acho que deveria ter no máximo uns 20 aninhos e a outra na casa dos 30. As duas estavam famintas e enfiavam as mãos dentro das calcinhas por debaixo das saias curtinhas. Os beijinhos estalavam e o som úmido das bucetinhas era audível. Eu saí dali sem ser notada, pois as duas estavam tão concentradas uma na outra que eu parecia um fantasma. Risos. Voltei para o sofá onde estavam os “meus” homens. Os três estavam literalmente vidrados em dois casais logo ao lado. As duas mulheres lindíssimas, bem cuidadas, corpos malhados em academia e rostos bonitos. Uma morena e outra loirinha de farmácia. Risos. Um casal era mais velho, dava pra ver que estava na casa dos quarenta anos. O outro casal era bem novinho. A loira de farmácia era a mais velha. O vestido dela estava na cintura, ela sem calcinha e de quatro. Dava para ver a bucetinha dela, bem depilada e o cuzinho naquela posição era um convite. Ela era adepta do sexo anal com certeza, pois o cuzinho dela era beeeemmmm arrombadinho. Meu corninho sempre diz que basta olhar uma vez para o cuzinho de uma mulher e você sabe se ela dá o rabinho dela. É verdade. Ela chupava a bucetinha da morena jovem. A morena por sua vez chupava alternadamente o pau do (possível) namorado (ou marido) e do homem mais velho. A gente sentia o cheiro do sexo deles ali de nossa mesa. Os caras sentaram no sofá e a loira sentou no pau do mais jovem e a namoradinha dele sentou na pica do homem mais velho. Elas deram as bucetinhas para eles e o jogo do sobe e desce foi intenso. Dali da mesa, com a luz azul de led que brilhava debaixo da mesa deles dava pra ver os detalhes. Eles estavam MUITO PERTO de nós. A gente sentia o cheiro do sexo. Ouvíamos o som molhado que é característico de uma bucetinha sendo fodida por um pau bem tesudo. As duas mulheres subiam desciam no colo de seus homens. Achei que eles iam gozar dentro delas, mas para minha surpresa elas saíram do colo dos seus gostosões e ficaram de joelhos na frente deles para esperar que os paus jorrassem na cara de ambas. Não demorou para que os homens explodissem toda a porra na carinha linda delas. Eu amei ver aquilo. Eu já estava de pernas abertas e o Max e o Maurício exploravam a minha bucetinha. Eu olhava hipnotizada para as carinhas todinhas meladinhas  com o leite dos homens delas. A porra era farta e escorria pelas bochechas e lábios. Lindas as duas com aqueles filetes brancos realçados pela luz azul brilhante da iluminação led. Eu fiquei fissuradinha na mais velha. Confesso que ela me fez balançar. Eu adoro homens. Eu também adoro uma mulher safada que sabe chupar uma bucetinha e que me dá a dela pra mamar bem gostosinho. Amo isso. A mais novinha era bonita mas ela não me encantou na safadeza. Depois a gente conversou com eles e eu pedi o número do celular da loira. O nome dela era Lúcia, dona de uma boutique de roupas em São Paulo e o marido era, risos, advogado como nós. Ela tinha 39 anos e ele 43. Casados pela segunda vez, ambos, assim como eu e meu corninho. O mesmo motivo (cônjuges frios, incompatíveis com cônjuges MUITO quentes). Ela era completinha como eu. Adorava homens (muitos ao mesmo tempo) e gostava de mulheres tesudas. Senti que foi amor  (safado) à primeira vista e então trocamos nossos números de celulares e marcamos um encontro em São Paulo para a outra semana. O outro casalzinho não me interessou. O marido da Lúcia, assim como o meu Cornélio, também era um corninho safado e voyeur. Fechou tudo. Eles tinham uma historinha com o casal novinho. Se conheceram numa viagem de turismo no Nordeste e desde lá saem juntos. Frequentam casas de swing e vão a motéis. Falei para eles levarem os testes de HIV que a gente iria levar os nossos, caso quisessem sentir a porra quente dos amiguinhos jorrando dentro dela. A Lúcia topou na hora, pois ela me queria muito e vi que os olhos dela brilharam com os paus do Max e do Maurício que ela viu ao vivo e a cores entrando e saindo de dentro de mim. Eu estava de pernas abertas e os meus namoradinhos lindos de explorando com os dedos, que penetravam a buceta e o cuzinho. Levantaram meu vestido e eu sentei no colo do Max, de costas pra ele e de frente para o Maurício. O Max penetrou meu cuzinho sem dó e o Maurício a minha xoxotinha. Claro que lambuzei meu cu com KY Gel pois não dá pra aguentar uma pica daquelas sem lubrificar.  Os dois me penetraram e eu senti os paus pulsando nos meus buraquinhos. Meu gozo veio rápido e eu gritei. Senti o leite quente deles jorrando dentro de mim. Quando tiraram os paus de dentro a porra melou o sofá. O Cornélio que batia uma punheta veio e esporreou na minha cara. O leite dele escorreu até meus seios. Abri os olhos e vi a loira hipnotizada com a cena. Senti naquele momento que ali nascia uma grande e produtiva amizade entre nós duas. 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Continuando o relato...



                                                  Acordando na casa do Max.


Seguindo o relato da festa na casa do Max antes do Natal.
Depois que tomamos banho, comemos e descansamos a ideia foi um grande bukakke (sexo oral em grupo inventado pelos asiáticos, onde uma mulher é servida por vários homens que gozam na boca) onde os quatro me deram o leitinho deles (com gostinho de baunilha) dentro da minha boca. Nada de gozar fora. Todos foderam a minha bucetinha em grupo. Um tirava o pau da minha xoxota e o outro vinha e fodia ela com vontade. Me fizeram gozar várias vezes. Quando um dos meus fofos não aguentava mais a combinação era gozar dentro da minha boca, jorrando a porra quente deles no fundo da minha garganta. Eu engoli o leitinho de todos eles. Depois de me alimentar com tanto leite eu fui dormir. Todos nós descansamos até umas 10 horas da manhã e então os quatro me comeram de novo. O Max ficou de pau duro rapidinho e o Jaques também. O Maurício estava muito cansado e demorou um pouco. Meu corninho só ficou de pau duro depois de ver os três me comendo. Eu sentei no pau do Max e senti a pica entrando toda na minha bucetinha. Me acomodei montada nele e então ergui a bunda o mais que pude para que outro amigo se servisse. Senti a pica do Jaques entrando no meu cu e sabia que era a dele pois é mais fina do que a do Maurício e mais longa do que a do meu corninho. O Jaques é meu preferido para comer o meu cuzinho. Ele tem um pau mais fininho e isso é bom pra sentir a pica entrando no meu cuzinho e arrombando menos. Risos. Outra coisa que eu gosto no fofo do Jaques é que ele é carinhoso e goza forte. O pau dele parece uma garrafa de champanhe quando estoura e jorra o líquido. Eu sinto o pau dele pulsar no meu cuzinho e sinto o leitinho dele vindo bem forte, pois o meu cuzinho esquenta e sinto a porra enchendo ele todinho. É uma delícia e eu sou daquelas mulheres que realmente gozam com sexo anal. Tenho orgasmos com sexo anal, tão ou mais forte do que com o sexo vaginal. Acreditem as mulheres que ainda não tiveram coragem de fazer anal, façam que é uma delícia. E o Max socava forte na minha bucetinha e o Jaques metendo no meu cuzinho já melado. Gente é algo fantástico ser uma mulher num sanduíche de picas onde você é o recheio. Pra completar o Maurício enfiou o pau enorme dele dentro da minha boca. Meus buraquinhos todos preenchidos e meu corninho batendo uma punheta gostosa e me olhando com um brilho lindo nos olhos. Sei o que ele mais desejava. Os machos gozarem forte dentro de mim, de forma abundante, me enchendo de leitinho quente e ele mamando tudo depois. Foi o que aconteceu, pois gozei na pica do Max e ele retribuiu com um jorro maravilhoso dentro da minha bucetinha.  O Jaques gozou no meu buraquinho rosadinho e inundou o meu cuzinho com a porra quente dele. Eu sentia o leitinho deles escorrendo pelas minha coxas e então o Maurício jorrou na minha boca e encheu de leitinho quente com gosto de baunilha que eu tanto amo. Eles saíram de dentro de mim e o meu corninho veio e gozou nos meus seios. Os jatos de porra do pau dele melaram os meus seios e então eu deitei e puxei a cabeça dele para o meio das minha pernas e o safadinho mamou a minha bucetinha e meu cuzinho. Mamou toda a porra dos meus fofos e depois veio beijar a minha boca. Ele estava com a boca toda esporreada pois não engoliu o leito dos machos e então botou mais porra quente dentro da minha boquinha. Eu engoli tudinho com fome de leitinho de baunilha. Foi uma delícia a nossa foda a cinco. Eu de prato principal e meus quatro gostosos me comendo todinha. Amei!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

RELATO DA CLÁUDINHA...




Conforme o Cornélio postou aqui no Blog eu vou fazer uns relatos do meu jeito enquanto ele não posta os relatos detalhados dele. Não sou lá uma grande escritora e vou tentar passar para vocês as sensações que lembro e alguns detalhes que pude guardar na memória. Combinei com o meu corninho que iria fazer os relatos no mesmo dia das festinhas (usando meu notebook) pra não esquecer os detalhes depois (esse é o segredo segundo ele). Meu primeiro relato é o que escrevo aí embaixo. Foi uma semana antes do Natal, na casa do meu namoradinho fixo (Max), mais o nosso amigo Maurício e o jovem Jaques de Coritiba. Três machos de paus grandes e cheios de tesão que me comeram com vontade e o meu corninho olhando tudo e se acabando na minha boquinha depois de me ver lavada de porra quente dos machos. Meus amores, eu espero não ter esquecido de nada.

“ Local: São Paulo. / Hora: a festa foi a partir de meia-noite de sexta e só acabou no sábado pela manhã, quando dormimos./ Quem:  Eu, o Max, Maurício, Jaques e meu corninho.
Nossa festinha foi um agrado do meu corninho, algo como um presentinho pré NATAL. Eu vestidinha de mamãe-noel, com uma calcinha fio-dental vermelhinha (com pom-pom na parte da frente), cinta-liga, meias sete-oitavos vermelhas, sapatos de salto-alto, uma mini-blusa sobre os seios e um gorro de mamãe-noel. Eu tinha depilado totalmente a minha bucetinha no banho. A calcinha estava totalmente enterrada na minha bundinha e eu sentia o fio de algodão roçando no meu cuzinho e massageando a minha xoxota. Confesso que ao andar eu me estimulava. Quando saí do quarto e entrei na sala os quatro machos estavam nus e de pau duro. Um friozinho correu pela minha coluna. Minha buceta latejou de tesão. Eles me cercaram e começaram a me acariciar e enfiar os dedos nos meus buraquinhos. Senti dedos no cu e na buceta. Eu já estava molhada de tesão. O Cornélio tirou minha mini-blusa e logo fiquei nua. Sem calcinha, sem sapatos, sem nada sobre o corpo, a não ser a cinta-liga e as meias vermelhas. Senti as picas enormes roçando nas minha coxas e peguei o pau do Max e do Maurício. O Jaques se abaixou e de joelhos chupou minha xoxota. Eu agarrei os paus dos meus fofos com vontade e apertei as picas  e soquei uma punheta gostosa nelas. A língua do Jaques estava enfiada na minha buceta e um dedo explorava o meu cuzinho. Eu senti a língua no meu grelo e gritei de tesão. A sensação de ser chupada é uma delícia e as mulheres que gostam de sentir a bucetinha mamada por um macho sabem do que estou falando. O Jaques devorava minha xoxota e logo enfiou a língua no meu cu também e enterrou fundo. Eu estava louca para chupar os paus. Desde jovem, quase menina, eu comecei a chupar os paus dos namoradinhos. Eu sempre achei que pau de macho tem gosto de chocolate e a porra tem gosto de baunilha. Falei com algumas amigas que sentem gostos diferentes e com outras que concordam comigo. Como adoro chocolate e baunilha eu mamo muitos paus sempre que posso e faço gozarem na minha boca. Tenho uma amiga casada no interior do Rio Grande do Sul que quando jovem foi para a praia de Bombinhas comigo e lá acabamos fazendo amizade com um grupo de garotos de Coritiba. Eram uns doze amigos parando numa casa alugada enorme, com muitos quartos, e numa tarde a gente foi pra lá e fodemos as duas com eles todos. Foi minha primeira suruba e minha amiga chupou todos os paus e vários gozaram na boca e no rosto dela. Lembro das imagens até hoje e isso me deixa muito excitada. Essa amiga eu falo de vez em quando no Facebook e está casadinha com um empresário bem sucedido e é uma mulher da sociedade. Mas safada é safada e ela vem a Porto Alegre a trabalho de vez em quando (ela é médica) e tem um amigo fixo que come ela junto com amigos dele. Quando ela vem eles sempre fazem surubão no sítio dele em Viamão, pois ela reserva hotel e se manda pra lá com os machos. O marido é do tipo “certinho” e não sabe que beija a esposa na volta pra casa, com a boca ainda cheirando à baunilha, risos. Ela me disse que já deu pra quinze caras lá no sítio e passou uma noite inteirinha fodendo. Eu sempre digo para o Cornélio, no mundo existem dois tipos de mulheres: as safadas e as que não são safadas. Se você casou com uma safada ou você se alia à ela na putaria ou então vira corno sem saber, pois ela vai sempre querer mais machos e novas aventuras. Ela me disse que o marido é tão sem sal que não come o cuzinho dela. Ela vai pro sítio e volta “arrombada” e o cara nem nota. Eu fui casada com um homem assim. Meu ex-marido era um cara legal, me tratou sempre com carinho e amizade. O problema era que o meu ex-marido foi criado com irmãs (tinha 3 e só ele de homem) e era muito sem sal. Não curtia putaria e era muito educado, delicado e eu era uma puta que queria safadeza o tempo todo. Nosso casamento foi ruindo aos poucos em função disso. Eu malhava na academia e ele não. Eu cuidava da alimentação e do meu corpo e ele não. Eu adorava canais de putaria na TV a cabo e ele gostava de filmes e documentários. Eu assistia GNT e Sexy Hot  e ele vendo futebol e filmes do Telecine. Eu gosto de cinema, mas no cinema. Futebol acho chato e adorava mesmo eram os filmes de putaria que eu via na Net Cabo. Eu adorava também o canal Private. Eu tinha muitos filmes baixados pela internet e meu marido só usava o computador para o trabalho. De noite ele ia dormir e eu ficava na Web nas salas de bate-papo com webcam. Os caras me mostrando os paus e eu mostrando a minha bucetinha ao vivo. Eu ia louquinha pra cama e meu marido dormindo. Cansei daquilo, pois sexo pra mim é oitenta por cento de um relacionamento. Tem mulheres que preferem shoppings e são frescas demais. Eu prefiro um trio, meia dúzia ou mais, de picas bem duras e cheia de leitinho pra encher minha boca, minha xoxotinha e meu cuzinho com tesão e muita pegada. Gosto disso, não nego e acho que escolhi o homem certo pra viver juntos. Cornélio é meu corninho gostoso. Me come, me divide com outros homens e adora ver eu sendo devorada por eles. Adoro ver ele comendo outras mulheres também. Somos felizes assim e acho que as pessoas deveriam sempre procurar suas almas gêmeas. Voltando ao meu relato, depois dessa confissão de minha vida pessoal, eu lembro que meu cu e minha xoxotinha estavam  completamente meladas pela saliva do Jaques. Ele devorou com a língua a minha xaninha e meu buraquinho rosadinho. Não aguentei e fiquei de joelhos entre o Max e o Maurício e mamei os paus, os grandes bastões de chocolate com leite de baunilha, risos. Os dois tem paus bem grandes e eu quase me engasguei colocando as picas na minha boca. Chupei as cabeças dos paus e eu queria muito sentir os meus bastões de chocolate jorrando leite de baunilha na minha garganta. Tirei os paus da boca e falei pra eles: “gozem na minha boca, gozem tudo dentro!”. Eu batia punheta e chupava ao mesmo tempo. Eu lambi toda a extensão dos paus e mamei as bolas dos dois. O Max virou de bunda pra mim e puxou meus cabelos e fez eu chupar o cu dele. Eu gosto de chupar bolas e também o cu de homens. Acho depravado e excitante ao mesmo tempo. Então eu enfiei a língua no cu do Max e mamei. Senti o pau do Maurício do lado do meu rosto e então enfiei o pau dele na boca. Eu senti que o pau pulsou na minha boca. Quando um pau de um homem começa a pulsar a cabeça e vibrar toda a sua extensão, você pode estar certa que o leitinho vai vir logo e vai explodir na tua boca. Ele jorrou o leitinho em jatos que pude sentir até os intervalos. Foram vários que bateram na minha garganta e me encheram a boca de porra quente do jeito que eu gosto. Eu engoli tudinho. O Max abriu minha boca esporreada e socou uma punheta na minha cara. Botei a língua pra fora e veio o leito em jatos fartos e grossos. A porra do Max é mais e espessa e tem um gostinho mais forte. Depois dele gozar eu enfiei a pica do meu namoradinho na boca e mamei tudo. Adoroooooo isso gente! Eu estava me recuperando do quase afogamento quando o meu corninho me pegou pela mão e me levou pra cama de casal do Max. Ele me colocou de quatro e ficou na minha frente de joelhos dando o pau pra eu mamar. Eu pude sentir um pau arrombando o meu cuzinho e então relaxei pra entrar melhor. Senti o pau entrar todinho e engoli o pau do meu marido. O Jaques lá atrás comendo o meu cuzinho e o meu corninho sendo chupado por mim. Senti que o corninho ia gozar e mamei com vontade o pau dele pois sei que o Cornélio goza forte assim. Ele lavou minha boca numa esporreada maravilhosa e eu saboreei o leitinho dele. Gente, as mulheres que dão o cuzinho vão entender o que vou falar agora. O Jaques socava a pica no meu cu, saindo até a metade e depois metendo forte de novo até enterrar tudo. Sentir o pau deslizando assim e com os dedos enfiados na xoxotinha é algo pra deixar uma mulher safadinha muito louca. Eu confesso que gozo muito com sexo anal. Comecei a dar o cuzinho bem cedo, como muitas mulheres fizeram, e foi com meu primeiro namoradinho. Eu era virgem e não queria ser desvirginada por ele. Nossas sessões de carícias eram tão intensas que eu gozava com ele enfiando o dedo no meu cuzinho e acariciando minha xoxota. Eu batia punheta nele e depois acabei aprendendo a chupar um pau de homem. Ele gozou várias vezes dentro da minha boca. Um dia eu fiquei tão excitada que fiquei de quatro, com o vestido levantado e a calcinha arriada até as coxas. Ele chupou meu cuzinho, lambeu e salivou bastante e então colocou a cabecinha do pau no meu botãozinho rosadinho e foi metendo aos poucos pra dentro.Uma dorzinho gostosa tomou conta de mim e logo a dor foi virando prazer e ele arrombou meu cuzinho com o pau todo enfiado bem fundo. O garoto não segurou muito o gozo dele e logo me inundou com a porra quente dele que estava represada. Quando o Jaques inundou o meu cu de mulher vivida eu voltei no tempo e lembrei da menina adolescente que pela primeira vez deu o cuzinho na casa do namorado (os pais tinham viajada e a gente aproveitou pra se divertir). O pau do Jaques era enorme se comparado ao daquele menino. A pica do meu amigo latejou e a porra quente veio forte, pois senti todos os jatos que foram derramados no meu rabinho. Não demorei pra gozar com meu cuzinho inundado de leitinho do meu amigo e com três dedos enfiados na minha buceta. Quando gozei eu gritei alto e o Jaques socou a pica fundo no meu cu, já meia mole mas a pica entrou todinha de novo. Fomos todos tomar banho e aproveitamos para comer. Meu cu latejava de prazer e minha buceta estava louca pra sentir as picas dos meus amiguinhos. Eu dei muito naquela noite. Eu conto o resto da festinha no próximo relato. Mega beijos a todos os meus queridos e queridas.

Cláudinha.